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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Gente, que dor é essa??

Estou há 20 dias com dor aguda, mas pela primeira vez uma dor diferente. Sempre tive a dor nas costas irradiada para a area dos rins e quadris. Nos últimos ela fecha o círculo, ou seja, começa nas costa e envove todo o abdomem. É excruciante, pois é muito pior que uma dor nos rins me deixa sem posição não consigo ficar sentada, de pé ou deitada.As vezes dá vontade de pegar uma faca, abrir o abdomem, tirar tudo e jogar fora pra ver se passa.
Tenho ido ao PS mais a dor passa e volta em menos de duas horas após a ingestão do soro, então não sei mais o que fazer. Fiz uma ressonancia ontem o resultado sai até sexta, nunca me senti tão ansiosa por um resultado, pois a forma da dor está mais violenta. Nada adianta, ela contina lá, firme forte. Todos esses dias tenho dormido em média, por pura exaustão, em torno de 3/4 horas por noite.
Alguém já teve isso??
Se tiver me respondam!
Beijos a todos!!
Clê

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Relato da semana...

Gente vcs não tem noção do que é a dor que estou sentindo. Vontade de subir pelas paredes é pouco.
Desde sexta a situação é "dramaticaaaaaa" como diz Galvão Bueno. A ida ao PS pouco resolveu, no sábado eu ja estava como se tivesse passado um caminhão por cima de mim. Ainda assim viajei no domingo para a casa da querida sogra, eu não ia lá desde maio. E é minha obrigação levar meu filho para ver os avós, enquanto há tempo.
Por indicação de um amigo inclui nos meus remédios um comprimido chamado "Dividol"(12 comprimidos, R$ 22,00). Até que é bom, não some com a dor mas ajuda a diminuir. Além disso continuo tomando o amiptryl durante o dia. Tô meio "zumbi" mas paciência, prefiro ser "zumbi" menos dolorida...rs..que ser "normal" morrendo de dor.
Na terça fui ao oftalmo. Não sei se comentei mas desde 2004 tenho periodos que acordo "cega" do olho esquerdo. O médico era um querido. Me disse que na opinião dele, pode ser uma doença auto-imune (de novo vem à baila a esclerose multipla). Mas também pode ser uma obstrução da carótida, causando má circulação e consequentemente a cegueira. Resumo: tenho que fazer um eco doppler da carótida para afastar a hipótese.
Fico pensando: existiria a hipótese de esclerose múltipla sem aparecer na resso de crânio a formação das placas de mielina? Porque esse é o 4o. médico que consulto que sugere que eu tenha esclerose multipla, mas a punção lombar(fiz no ano passado, horrivel), a resso e outro exame que não lembro o nome deram negativas. Por outro lado, explicaria a parestesia nas mãos, a "cegueira" e outros sintomas relacionados..
Nesse post chega...
continuo no proximo pois os assuntos são diferentes.
Em tempo: sem dormir novamente, postando as 04 da matina....

sábado, 29 de agosto de 2009

Não é normal sentir dor...

Transcrição de artigo:
Dor não é punição.
Nem devemos nos acostumar com ela


Dr. Manoel Jacobsen, neurocirurgião
É fundamental investigar a causa da dor e tratá-la de maneira adequada, com orientação médica. Engano pensar que a dor deve ser ignorada ou que ela é decorrente de um castigo divino, como alguns já imaginaram.

Talvez seja possível dizer que todos nós já sentimos algum tipo de dor, em algum momento da vida. É preciso, porém, saber identificar quando devemos procurar ajuda de um médico, alerta o Dr. Manoel Jacobsen, que chefia o Grupo de Dor do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC - FMUSP).

Há pessoas, diz ele, que suportam uma dor por anos antes de buscar auxílio profissional. Essa atitude prejudica a qualidade de vida, o desempenho profissional, escolar, enfim, pode acarretar em grandes prejuízos, inclusive, para a auto-estima.

“A dor tira a qualidade de vida das pessoas – o prazer, suas relações sociais e pessoais ficam comprometidas”, reforça o Dr. Cláudio Corrêa, que também atua no Grupo da Dor e presidiu o último Simbidor, simpósio que discute as tendências para o diagnóstico e tratamento da dor.


Dr. Cláudio Corrêa, neurocirurgião
Relato dos detalhes


Um dos principais temores das pessoas é a demora pelo diagnóstico. Nem toda dor é tão facilmente identificável. Porém, é importante que compreendamos que não há dor que não possa ser tratada.

A investigação começa pelos dados históricos do sintoma. Daí a importância do paciente contar todos os detalhes ao médico. Há casos, inclusive, em que é preciso também o relato dos familiares.

Classificação

A dor, que é uma sensação anormal resultante da estimulação das terminações nervosas nos órgãos ou regiões sensíveis do corpo, pode ser classificada em:

Dor aguda
• é um sinal de alerta ou defesa
• denuncia que algo está errado no organismo
Exemplo: a dor quando se corta um dedo ou a sensação de dor no peito quando ocorre um infarto.

Dor crônica
• não é um sinal de alerta
• é uma doença
• pode durar meses ou anos
• ser freqüente ou periódica
• a dor crônica pode ter múltiplas causas

Alguns exemplos de dor crônica:

Dor por aumento da nocicepção - ocorre devido a um processo inflamatório, por exemplo, por queimaduras ou fraturas

Dor neuropática - acontece por alguma lesão ou alteração do tecido nervoso

Dor mista - a dor oncológica é um exemplo, ocasionada pela soma de uma inflamação mais um tumor

Dor psicogênica - dor induzida por algum transtorno psiquiátrico, como um trauma sofrido

Dor psiquiátrica - muitas vezes confundida com a psicogênica, mas esta é o resultado de fantasias, é um fenômeno sensitivo, sem ter causa específica, difícil de ser diagnosticada

Depois disso, segundo o Dr. Jacobsen, podem ser realizados diversos exames complementares para averiguar suspeitas ou indicar possíveis causas para a dor sentida.

Compreender a dor

Tão importante quanto tratar a dor é compreendê-la, salientam os médicos. “O paciente precisa aprender sobre a dor, entender como ela acontece, para que continue levando sua vida e suas atividades diárias”, explica Dr. Jacobsen. É comum a pessoa abandonar a vida social, a convivência com amigos e com a família, deixar de fazer atividades físicas e mentais por sentir dor.

No entanto, os pacientes com dor devem fazer exatamente o oposto, e procurar conversar, sair, fazer esportes, ler livros, todas as atividades que dêem prazer, enfatiza o médico.

Tratamento

Felizmente, a Medicina tem evoluído muito e é cada dia mais possível tratar adequadamente a dor. É certo que nem toda dor pode ser curada, mas o que os especialistas salientam é que toda dor tem tratamento.

A abordagem, mais moderna, é multidisciplinar. Ou seja, vários profissionais, de especialidades diferentes, e vários recursos podem ser empregados para aliviar a sensação e recuperar a saúde e a qualidade de vida do paciente.

Há medicamentos de diferentes categorias, procedimentos cirúrgicos, psiquiátricos, técnicas e terapias específicas que podem ser recomendadas a depender de cada caso.

“Um programa educacional para o paciente com dor crônica é fundamental”, explica o Dr. Jacobsen. Nele, o paciente aprende conceitos e medidas práticas para lidar melhor com a dor.

Dor de cabeça

“Desde sempre sinto dor de cabeça. Nos primeiros anos, minha mãe me levava ao pediatra que me medicava, e as dores aliviavam. Somente aos 14 anos, quando fui finalmente a um neurologista e fiz exames específicos como tomografia, recebi o diagnóstico: enxaqueca. Hoje, me acostumei a conviver com a dor, mas é terrível sentí-la. A dor atrapalha meu sono e minha alimentação. Duas vezes fui parar no hospital por conta de crises fortes de dor.” Francisco Sacramento, 27 anos, administrador de empresa.

Fibromialgia

“Há três anos tive o diagnóstico de fibromialgia, mas já sentia dores pelo corpo todo há muito tempo. Fui obrigada a adquirir novos hábitos de vida que me ajudam a suportar a dor. A hidroginástica foi um deles. Hoje, fazendo acompanhamento médico rigoroso, praticando atividades físicas e tomando medicações minha qualidade de vida melhorou muito.” Mariza Ghenov, 55 anos, professora.

Analgesia congênita

Vale estarmos alertas sobre a chamada analgesia congênita. É uma deficiência estrutural do sistema nervoso periférico central, muito rara, com a qual o paciente não sente dor alguma, mesmo que se corte ou que esteja com sapatos apertando seus pés. São casos graves, pois a pessoa não possui o sinal de alerta que é a dor. Nesses casos, o paciente necessita de muita orientação e treinamento para que estabeleça novos hábitos e cuidados.

Associação Aliviador

A ONG Aliviador – Programa Nacional de Educação Conti-nuada em Dor e Cuidados Paliativos tem desenvolvido diversas ações visando modificar a forma como a dor é vista e tratada e, conseqüentemente, melhorar o atendimento à população.
Diversos programas de educação sobre dor — para médicos, profissionais de saúde e pacientes — já foram aplicados em muitas cidades brasileiras, difundindo o conceito dos cuidados paliativos.
O objetivo é o de aliviar o sofrimento de pacientes e capacitar o médico a diagnosticar e tratar a dor, informam Marilda Duarte, presidente da ONG e Dr. João Augusto Figueiró, coordenador científico da Aliviador.

PS: Eu visitei muitas paginas a respeito da dor, essa achei mais completa, o link do site aqui reproduzido está logo acima.
Acho importante para nós que temos dor crônica quanto mais informações e estudos tivermos a respeito melhor.
Leiam, comentem...
Eu to igual, esperando os exames...
Abraços

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Novas preocupações...


Primeiro quero dizer que minha ausência nas postagens foi por causa de um periodo seguido de dor aguda. Não sei o que está acontecendo. Antes esses periodos de dor aguda eram menores, durando três a cinco dias, agora ele está praticamente contínuo.
Na semana passada, após o episódio da aranha-marron que picou minha filha, fiquei sem dormir duas noites, na quinta tive consulta com meu médico. Eu estava muito mal, não melhorei de lá pra cá. Fizemos n hospital um raio-x do abdomen pois eu achava que o catéter estava solto. Não estava. A dor está tremenda, meu abdomen está inchado, a ponto de eu parecer grávida de uns seis meses. Marquei para amanhã um gastro. Seja o que for vou descobrir.
Chegou o resultado do exame de útero. Estou com três miomas pequenos, um no ovário e dois no útero. Mas esse não é o motivo do inchaço segundo a ginecologista.
A dor está me deixando tremendamente depressiva. Como ter ânimo para alguma coisa com dor? Ontem me caiu a ficha de que eu tenho que fazer algo urgente a esse respeito, meu filho mais novo me perguntou pq eu estava todos os dias de pijama.

Expliquei a ele que estou de cama, com dor, sem vontade de fazer nada. Vou procurar um psicólogo. Acho que agora não dá mais pra escapar. Os médicos sempre aconselham que quem sofre de dor crônica tenha um acompanhamento psicológico. Eu fiz em 2005, daí parei. Isso pq a dor nos afeta muito, seja pelos componentes químicos presentes na medicação, seja pelos efeitos causados, é necessário é preciso o acompanhamento psicológico, alguém que nos ajude a atravessar isso, com menos dor, sei lá...

Em referência ao título: Estou tremendamente preocupada com as mortes causadas pela gripe "A". Isso porque está sendo dito que pessoas com doenças degenerativas ou crônicas, por ter o organismo mais frágil sofre um risco maior.
Tenho acompanhado atentamente aos noticiários, meu marido acha que não há motivos para se preocupar, mas eu me preocupo, principalmente porque estamos vendo contato pessoa a pessoa, sem necessariamente estar ligado a alguem que teve a gripe. Por exemplo a menina do interior de SP não teve contato com nenhum argentino e morreu por gripe "A". Como se explica? O vírus já está no nosso País. E nós, doentes crônicos, somos alvos preferenciais.

Então o que temos de fazer é reforçar o nosso organismo, formando uma barreira contra o vírus. Não adianta tomar Tamiflu. Então pensei em comprar Leucogen. Meu filho sempre teve amigdalite pois seu organismo não criava defesa contra o vírus, era só começar o inverno e pronto. Então, na época ele tomou Leucogen e nos anos seguintes a gente dava antes e ele ficava sem pegar a doença. Não estou indicando a ninguém, só estou dizendo que vou tomar pra ver o que acontece.
Não há vacina contra a gripe "A" e a vacina contra a gripe comum não funciona. Estou preocupada de verdade, pois moro em um Estado que está do lado de SP onde teve a primeira morte e na linha do RS onde já teve duas mortes. Sei lá, espero que nada aconteça que seja uma preocupação tola da minha parte.

Hoje a dor me acordou. Senti uma dor imensa que nem dava pra dizer de onde vinha, doia as costas e o abdomen, como se eu tivesse com dor nos rins. Com muita dificuldade cheguei a minha caixa de remédios, tomei duas metadonas, uma gabapentina e um dorilax e não consegui subir a escada novamente (moro em um sobrado) fui pro sofá, acordei as 09:30, com uma dor mais moderada, não tão intensa quanto antes.
Pensei em ir ao hospital tomar algo, mas nem tenho mais vontade de ir ao PS, sei lá...cansei de verdade.
No fim das contas acho que meu marido vai acabar me levando a tarde...é muito ruim ficar assim, eu acabo preocupando todo mundo. Não gosto disto. Quem tem dor crônica sabe do estou falando. Odeio a dependência, mas não há outro jeito.
Gente, se eu sumir é pq a dor está muito forte. Por hoje vou ficando por aqui.
Abraços a todos!
CLê

sábado, 4 de julho de 2009

The Day After...


Imagina só! Depois de um dia feliz em todos os sentidos, acordei muito mal. Os espamos estavam cada vez mais forte. Isso por causa do tempo que fiquei sentada.
Então imaginem, fiquei 02:30 que foi o tempo total da solenidade. O que aconteceria se eu trabalhasse oito horas por dia sentada?
O final de tarde foi como muitos na minha vida: Esperei meu marido chegar e fui ao PS. O médico de plantão foi me buscar na sala de espera e disse: "oi, vc de novo?", eu disse que bem que eu gostaria de não voltar mais lá, mas a dor não deixa.
Dai tomei minha misturinha de tramal + profenid e voltei para casa bem tarde, pois foi um de cada vez e o tramal eles fazem bem lento no soro.
Cheguei cansada. Um pouco menos dolorida pois essa mistura diminui a dor, mas não desaparece por completo e fui tentar dormir. Dormi por volta das 04:00 e acordei com a boca absolutamente seca, toda vez que tomo amiptryl acontece isso. Eu tinha tomado dois na noite anterior.
Essa sensação é desagradável,o palato e a lingua ficam secos, parecendo lixa.
Ontem também peguei com médico a repetição do exame de crânio e da cervical. Devo reconhecer que ele pesquisa muito na tentativa de me ajudar. Nesses seis anos ele tem sido um anjo da guarda também. Ele e meu marido. Só que as coisas não evoluem como a gente gostaria e isso é decepcionante, faz com que a gente se sinta frustrado.
Por hoje é só. Um feliz final de semana a todos.
Clê

PS:Foto ainda do dia do juramento, enquanto ouviamos os discursos. Deu pra disfarçar a dor?

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Filosofando na dor...

Sabe o que descobri, que funciona pra mim? Que quando estou com dor e começo a divagar sobre qualquer assunto, qualquer coisa que possa concentrar o cérebro em outro ponto a dor diminui.
Esses tem sido dias de "chumbo", cama e remédios, não necessariamente nessa ordem.
Hoje amanheci com o lado que está a bomba inchado, muito dolorido, demorou um tempão pra eu ter coragem de levantar e tomar café.
Ai fiz um coquetelzinho de remédios de sempre: metadona + gabapentina + miosan + dorilax + probenxil e tomei. Passado umas duas horas deu uma melhoradinha, até consegui tomar banho sozinha, pq tá dificil mesmo se locomover.
Mas voltando a filosofia, recebo diversos convites para cursos e fico pensando que se realmente eu estive 100% poderia fazer esses cursos. Hoje recebi um convite para uma pós na Argentina. Como vou fazer? Impossivel.
Estou aguardando dois médicos, tenho consulta segunda, consulta dia 17 e consulta dia 09/7 (longe pra caramba). Na segunda a especialidade do médico é oncologia.
Andei lendo sobre cancer ósseo, fico pensando se de repente num é um troço assim, sei lá. Vou pedir um exame específico para o oncologista (que também é especialista em dor).
Que dor é esta que não consegue aparecer em uma ressonância? Pq dói tanto?
A cirurgia está em marcha. Volto a consultar o médico em junho e espero que em julho faça uma nova cirurgia na coluna.
Como eu disse no início do ano (que já parece tão longe né, hj ultimo dia útil de maio, estamos entrando no meio do ano) esse é meu ano da virada.
Chega de dor crônica...rs
Amigos, só vim escrever para que saibam que estou levando, um dia a dor me leva noutro eu levo a dor e assim vai.
Beijo grande a todos que acompanham.
Clê

sábado, 23 de maio de 2009

Again...


Bem, faz dias que estou na fase aguda da dor. É muita dor mesmo, doi o corpo todo por causa da fibro, mas doi principalmente o quadril.
A pele chega a ficar ardida, tamanha a sensibilidade. Quinta sai um pouquinho de casa para ir pagar umas contas e de repente minhas pernas estavam travadas. Para dar um passo estava muito dolorido, impressão que ficaria dividida ao meio.
Então fui eu e maridex direto para o Pronto Socorro. Fazia tempos que eu estava fugindo do pronto-socorro, cansei de médico mesmo...Mas quinta num teve jeito, pra chegar ao ponto de eu pedir pra ir, é pq a coisa ta preta mesmo.
Chegando lá fui atendida pelo plantonista da neuro. Resumi o caso, já que meu médico que atende no mesmo hospital está viajando e só retorna em julho.
Estava com uma contratura muscular muito forte, vc sente uma espécie de onda de caimbra varias vezes seguidas. Os nervos vira um emaranhado.
Então como não tinha morfina no hospital e eles tb tem medo de aplicar, principalmente quando o médico responsável pelo seu tratamento não está por perto, me aplicaram tramal.
Foi até engraçado voltar para a sala de espera. As pessoas te olham assustados, eu pálida de dor, e eles devem estar pensando além do que eu tenho pq estão me deixando ir embora. Minha pele e até minha boca chegam a ficar muito branca quando tô com dor.
O que me chateia de ir em hospital é ir tomar o treco e duas horas depois a dor volta, as vezes até mais intensa.
Na volta tomei umas metadonas e dois amiptryl e pensei em dormir. Mas a dor não deixou, fiquei assim até quase quatro da manhã.
Horrivel. Continuo extremamente dolorida. Pensando no que tomar ou que atitude ter para que isso diminua.
Semana que vem vou consultar com um novo especialista em quadril. Fico pensando pq não acham nada na ressonancia? Pq doi tanto? Tem que haver algo errado.
Esse médico novo é o mesmo que operou meu enteado, que se acidentou (coloquei a foto do carro no post, depois olhem lá a "latinha" que virou o carro).
Ontem tava assistindo um filme a noite (consegui dormir tarde de novo) e numa cena a policial olha os braços da bandidinha e está cheio de picadas roxas(filme do Steve Segal, acho que eu e meu marido já assistimos todos). Dai comecei a brincar com meu marido que não posso sair na rua, senão vão me prender também.
Minhas veias estão muito fininhas por causa da constância que injeto remédios então estou cheia de roxo, quase preto no braço.
Ai eu disse, já to com cara de drogada, cheia de olheira de não dormir e ainda com o roxão no braço. Misture a tudo isso que a gente fica meio zonzo de tanto remédio. Seria só tempo de sair na rua...rs, com certeza, chave de cadeia, ahahahaha!

Por hoje é só.
Um bom fim de semana a todos, carpem die!
Clê